
Aquilo não era perturbador, mas era interessante observar cada detalhe, cada movimento que era conduzido naquela imensidão. Era importante entender como aquele nada parecia ter vida, e tinha realmente. Não obstante, contrariando o que lhe era apresentado calou-se. Não quis protagonizar mais uma tragédia grega cheia de melancolia e carregada de dramaturgia, utilizando-se de técnicas esparsas, meios de fuga, aborrecimento!! Para que? Não era mais o seu objetivo fazer parte daquele contexto. Fugia a regra do bem estar individual e principalmente a regra das “marolinhas”. Não era possível acreditar no que era constituído “naquele exato momento”, pois logo adiante tudo era desconstituído. Uma miscelânea era formada naturalmente e aquele sim era o verdadeiro objeto a ser tomado posse. Aquele sim era o verdadeiro objetivo a ser constituído. Não existem caminhos? Não existem objetivos? Não existem princípios? O que as formalidades estão constituindo? E quanto aos que fogem a regra? Miscelânea nem sempre se materializa como arte, às vezes ela se materializa como a nossa própria vida. Basta ter um bom senso para entende-la!
Faço um apelo à simplicidade!
Faço dois apelos à sinceridade!
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